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    <title>Sangria de Vida</title>
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    <description>Sangria de Vida</description>
    <lastBuildDate>Sun, 25 Dec 2005 16:10:01 PST</lastBuildDate>
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    <copyright>Copyright 2005.</copyright>
    <category>Art</category>
    <category>Poetry</category>
    <category>Writing</category>
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      <title>Eu so queira entender</title>
      <link>http://sangriadevida.blogdrive.com/archive/13.html</link>
      <pubDate>Mon, 26 Dec 2005 00:00:03 GMT</pubDate>
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E vc, cara pálida, o q anda achando do mundo? Sim, isso é uma indagação, não uma imposição. Vc pode achar q tudo está muito bom ou q tudo está muito bom de mudar. O q realmente importa, de inicio, não é o lado q vc está, e sim q vc está de algum lado. Assim vc deixou de ser massa. O q é massa? Não é física, e sim...sociologia, talvez. Massa é todo aquele q não pensa, q é conduzido por aqueles q o fazem , como um cabrito ou um boi bem treinado e obediente. como aquela frase do Che que, parafraseando, diz q quem não gosta de política tem o triste fim de ser liderado por quem gosta. E... (more)</description>
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      <title>Filme: &quot;Os Sonhadores&quot;</title>
      <link>http://sangriadevida.blogdrive.com/archive/12.html</link>
      <pubDate>Sun, 25 Dec 2005 23:50:32 GMT</pubDate>
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Bom, estou a indicar esse filme, q realmente eu achei bom p porra. Fala sobre a trangressão de três jovens (dois franceses e um americano, recém chegado), na França no ano de chumbo de 1968. Eu recomendo e comentem sobre o q vcs acharam dele.

No filem rola bebida, cinema e sexo, mas tudo num clima bem trangressor. Vc não vai ver mocinhos moralistas e sim jovens q de sua maneira resolveram agridir o q estava tão estagnado.


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      <title>E do q era mentira, eu só quero a verdade</title>
      <link>http://sangriadevida.blogdrive.com/archive/11.html</link>
      <pubDate>Sun, 25 Dec 2005 23:48:13 GMT</pubDate>
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Quando vão achar o momento, a saída
quando eu não mais tiver vida?
Pq me torturam tanto por tão pouco?
Não sabem q assim morro aos poucos e aos prantos?
 
O que pode se dizer a quem não escuta?
Pare, eu disse que chega
e jogue tudo q tenha de mim fora
para eu não ser alvo das suas incertezas
 
E eu grito para todo mundo ouvir
COVARDE
de me abandonar assim, sem destino 
só com as sobras de uma ilusão vazia
que vai se alastrando enquanto quase me mato
comparando a verdade, com a antiga mentira q vivia


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      <title>Segredos como se quer</title>
      <link>http://sangriadevida.blogdrive.com/archive/10.html</link>
      <pubDate>Sun, 25 Dec 2005 23:47:18 GMT</pubDate>
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E pq vc não chega
para acabar com minha agonia 
e me queimar de estrela todo dia
 
E como suspeita q eu fico numa noite de verania
só a tua espera
e fico sem tua poesia
 
E pq não entra, não me ama como tua mulher
e pq não beija apertado  
com o mistério de quando se quer
E pq me deixa assim 
se é vc que me ama como quiser
 
E eu não sua boneca, saio para rua para descansar
e vc sabe que não há demagogia q me faça parar
construímos nossas verdades para serem vividas sem parar


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      <title>Pequena forasteira</title>
      <link>http://sangriadevida.blogdrive.com/archive/9.html</link>
      <pubDate>Sun, 25 Dec 2005 23:46:27 GMT</pubDate>
      <description>



Procuro por caminhos escuros
uma luz para me afogar
procuro por caminhos certos
provas de que errado está
em cada boca de forasteiros, 
descubro as novidades
que em pouco tempo
incendiarão a cidade

Tenho problemas para mentir
mentiras falsas, sem amor, 
sei que é difícil perdoar, 
então só digo mentiras sinceras 
para nenhum mal provocar, 
já que não sei mais o que é dor


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      <title>As palavras me atacam, tão silenciosamente....</title>
      <link>http://sangriadevida.blogdrive.com/archive/8.html</link>
      <pubDate>Sun, 25 Dec 2005 23:44:55 GMT</pubDate>
      <description>



E poesias ridículas fiz para você,
Baby, eu tentei
eu só quero te ver feliz
tome-as e fuja daqui
Cuidado com a erva daninha 
ali, no jardim
o veneno te queima
do início ao fim

A porta está trancada,
mas o destino traçado
só não entre na porta errada
que te leva ao passado

Sou distraído, 
mas não posso errar
estou sempre sozinho,
quem há de me amar?
 


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      <title>Carta</title>
      <link>http://sangriadevida.blogdrive.com/archive/7.html</link>
      <pubDate>Sun, 25 Dec 2005 23:41:42 GMT</pubDate>
      <description>



Da boca mais doce, 
o veneno leal
a minha vida se intensifica como obra do mal.
Do peito sai incolor,
tão lindo como o esplendor,
de poder ir e voltar ao céu
com apenas letras q borram o papel


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      <title>E aqui só rola arte e pensamento.....</title>
      <link>http://sangriadevida.blogdrive.com/archive/6.html</link>
      <pubDate>Sun, 25 Dec 2005 23:39:34 GMT</pubDate>
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A segunda vez não foi tão boa assim. foi tudo muito rápido, com pouca poesia, ninguém comeu a carne do outro e queimou de amor. Foi até civilizado. Normal. Compreensível ao mais moralista dos olhos. Logo ele  virou de lado e dormiu. Não roncou, afinal, eles não eram casados. Ela olhou p alto, vestida, olhando o teto branco. Fumou alguma coisa, para pelo menos alguma coisa não ser tão comum.Virou de lado e mexeu no cabelo dele.Será q as coisas tinham perdido a graça? Ela o amava tanto e nem sabia, e aquele corpo de menino q guardava um grande homem era tão quente e amigo. Será q se... (more)</description>
      <comments>http://sangriadevida.blogdrive.com/comments?id=6</comments>
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      <title>Coisa de criança</title>
      <link>http://sangriadevida.blogdrive.com/archive/5.html</link>
      <pubDate>Sun, 25 Dec 2005 23:37:21 GMT</pubDate>
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Uma vez eu sonhei, 
talvez aconteça de novo
sonhei q eu tinha feito um mundo novo.......
 


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      <title>sem título, só para variar</title>
      <link>http://sangriadevida.blogdrive.com/archive/4.html</link>
      <pubDate>Sun, 25 Dec 2005 23:36:38 GMT</pubDate>
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Quantas vezes eu falei e ninguém me ouviu
quantas vezes eu ouvi e ninguém falou
quantas vezes eu colhi e ninguém plantava
quantas vezes eu chorei e não me enxugaram as lágrimas
 
Estavam sempre presos ao redemoinho do metal 
com suas veias eletrônicas e idéias treinadas
Eu olhava para toda gente
E só via nada
 
E venderam seus corpos e desejos aos pedacinhos
Sem questionar
a aclamar
E perdiam o instinto
ganhando um código 
para ficar igualzinho
Para fingir que assim não tinha perigo


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