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A segunda vez não foi tão boa assim. foi tudo muito rápido, com pouca poesia, ninguém comeu a carne do outro e queimou de amor. Foi até civilizado. Normal. Compreensível ao mais moralista dos olhos. Logo ele virou de lado e dormiu. Não roncou, afinal, eles não eram casados. Ela olhou p alto, vestida, olhando o teto branco. Fumou alguma coisa, para pelo menos alguma coisa não ser tão comum.Virou de lado e mexeu no cabelo dele.Será q as coisas tinham perdido a graça? Ela o amava tanto e nem sabia, e aquele corpo de menino q guardava um grande homem era tão quente e amigo. Será q se eles ficassem juntos eles seriam papai e mamãe, com trabalhos regulares e tendo q freqüentar sessões de terapia de casais? Ah não, preferia se jogar aos leões q estavam nas ruas. Ele se enroscou nas suas tranças, ela se aproximou e ele proferiu outro nome de menina. Ela parou. E o beijou maravilhosamente. e ele continuava a exclamar o outro nome de guria em um jogo proibido e derramou poesias enlameadas da perseguição. E ela o queria cada vez mais. Um movimento brusco e derramou o vidro de esmalte no criado -mudo. Os véus da tenda caíram por entre os corpos e as palavras.
E de repente ele parou, acordou e mirou-a. Assustado.Amedrontado. O q seria? Ela o olhou e sorriu imensamente, pois não fingira, provou q era capaz de sentir algo por outra pessoa, q se enlaçaria a ela, porém a amava com força sem fim, voltando para casa e contando o jogo de verdades. Como odiava a falsidade da suposta fidelidade de não conter quem se qr estando c outro. Essa era a verdadeira traição. Q volte para casa, para mim e com vontade de me ter. Pq a maior parte das verdades,está no moralismo às avessas.
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